PL reúne influenciadores de direita para tentar derrubar canal ‘Exército do Lula’, de Janones

Integrantes da comunicação do PL se reuniram nesta terça-feira, 6, com influenciadores de direita para discutir medidas contra o canal "Exército do Lula", no WhatsApp. O espaço foi criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e reúne apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a campanha do segundo turno.
Segundo informações obtidas pelo SBT News, representantes do partido participaram de uma videoconferência com os influenciadores para definir ações contra o canal.
Depois do encontro, alguns participantes acessaram o espaço no WhatsApp e fizeram denúncias à plataforma, com o objetivo de provocar a retirada do canal do ar.
A principal reclamação do grupo envolve publicações que os participantes consideram falsas sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Entre os conteúdos citados está uma afirmação de que o parlamentar proibiria o voto feminino.
Janones criou o "Exército do Lula" para ampliar a mobilização digital em favor do presidente. O canal ganhou milhares de seguidores nos primeiros dias depois do primeiro turno, realizado no domingo, 4, e ultrapassou 1 milhão de inscritos nesta terça-feira.
Ao longo do dia, diferentes registros apontaram crescimento para mais de 1,1 milhão e, depois, para mais de 1,2 milhão de seguidores.
O deputado também passou a orientar os participantes a convidarem novos usuários. A estratégia inclui o compartilhamento de mensagens, vídeos e outros materiais relacionados à campanha de Lula.
Nas redes sociais, Janones afirmou que apoiadores de Flávio estavam realizando denúncias em massa contra o canal. Ele também anunciou uma página no Instagram dedicada à divulgação de conteúdos relacionados à campanha de Lula.
Principais informações
- A comunicação do PL fez uma videoconferência com influenciadores de direita para definir medidas contra o canal "Exército do Lula", de André Janones
- Depois da reunião, participantes denunciaram o canal à plataforma para tentar tirá-lo do ar
- A principal queixa são publicações consideradas falsas sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), entre elas a de que ele proibiria o voto feminino
- O canal passou de 1 milhão de inscritos nesta terça-feira, com registros apontando mais de 1,2 milhão ao longo do dia
- Janones disse que apoiadores de Flávio faziam denúncias em massa e anunciou uma página no Instagram para conteúdos da campanha de Lula

