Padrasto é preso temporariamente em Dracena por suspeita de estupro de vulnerável contra enteada de 8 anos

Padrasto é preso temporariamente em Dracena por suspeita de estupro de vulnerável contra enteada de 8 anos

A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) cumpriu nesta quinta-feira (5), em Dracena (SP), um mandado de prisão temporária contra um homem de 40 anos. Ele é investigado pela suspeita de estupro de vulnerável contra a própria enteada, uma criança de oito anos.

Durante o cumprimento da ordem judicial, um aparelho celular que pertence ao investigado foi apreendido para análise.

A prisão temporária, pelo prazo de 30 dias, foi decretada pelo Poder Judiciário após representação da Polícia Civil. O pedido foi fundamentado nas investigações conduzidas pela DDM, que incluíram exame pericial.

Conforme a Polícia Civil, o caso chegou ao conhecimento das autoridades em 3 de novembro. A mãe da criança procurou o Conselho Tutelar e, orientada a comunicar os fatos à polícia, compareceu ao Plantão Policial e registrou a ocorrência.

No relato feito à polícia, a mulher afirmou que, durante a madrugada, foi ao quarto da filha e encontrou seu companheiro, padrasto da menina, vestindo apenas uma camiseta, ao lado da criança.

Ainda segundo o depoimento da mãe, em uma conversa reservada mantida depois, a criança contou que o padrasto já havia praticado atos de violência sexual contra ela em outras ocasiões e que a ameaçava para que mantivesse os fatos em segredo.

Após o cumprimento do mandado, o investigado permaneceu preso, à disposição da Justiça. As investigações seguem sob responsabilidade da DDM, com a preservação da identidade, da intimidade e da dignidade da criança.

Principais informações

  • Homem de 40 anos foi preso temporariamente em Dracena (SP) sob suspeita de estupro de vulnerável contra a enteada de 8 anos
  • A prisão temporária tem prazo de 30 dias e foi decretada pela Justiça após representação da Polícia Civil
  • O celular do investigado foi apreendido para análise durante a ação
  • A ocorrência foi registrada em 3 de novembro, após a mãe da criança procurar o Conselho Tutelar
  • As investigações seguem na DDM, com preservação da identidade e da dignidade da criança

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