EUA destroem cinco petroleiros iranianos no Golfo de Omã após ataques do Irã

EUA destroem cinco petroleiros iranianos no Golfo de Omã após ataques do Irã

Os Estados Unidos destruíram cinco petroleiros iranianos no Golfo de Omã, no Oriente Médio. A ação, divulgada pela Central de Comando dos EUA (Centcom) nesta terça-feira, 8, foi uma retaliação a ataques do Irã contra um navio de guerra norte-americano.

Segundo a Centcom, a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) atacou a embarcação dos EUA duas vezes nos últimos dias. Apesar das ofensivas, o navio deixou a área de risco sem danos e nenhum americano ficou ferido. Antes dos ataques, os EUA ordenaram que as tripulações abandonassem os navios.

Os petroleiros destruídos foram M/T Kaviz, M/T Charminar, M/T Horizon 1, M/T Riesco e M/T Derya. A Centcom afirmou que o Irã os utiliza como parte de uma rede paralela multimilionária que financia a Guarda Revolucionária e seus aliados regionais, e que o país não possui meios para defender essas embarcações.

No dia 5 de setembro, a Centcom já havia respondido a outras agressões iranianas. Na ocasião, os EUA destruíram três petroleiros após a IRGC atacar um porta-aviões e um destróier americanos. A Central de Comando dos EUA afirmou que todas as ofensivas iranianas falharam.

O conflito entre Estados Unidos e Irã está perto de completar sete meses. A guerra começou em 28 de fevereiro de 2026, com a Operação Fúria Épica, ordenada pelo presidente Donald Trump, contra bases militares iranianas, com o objetivo de enfraquecer o programa nuclear do Irã. Em resposta, o Irã fechou o Estreito de Ormuz, principal corredor mundial do petróleo, e desde então os dois lados disputam o controle da região. O barril do petróleo está em US$ 101.

Principais informações

  • EUA destruíram cinco petroleiros iranianos no Golfo de Omã na terça-feira, 8.
  • Ação foi retaliação a ataques da IRGC contra navio de guerra americano.
  • Embarcação dos EUA saiu ilesa e não houve feridos.
  • Centcom já havia destruído três petroleiros iranianos em 5 de setembro.
  • Conflito entre os dois países se aproxima do sétimo mês.

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