Ex-animadora de torcida se declara culpada pela morte de recém-nascido no Kentucky

Ex-animadora de torcida se declara culpada pela morte de recém-nascido no Kentucky

Laken Snelling, de 22 anos, ex-animadora de torcida universitária, confessou nesta sexta-feira (21/8) em tribunal ter matado o próprio filho recém-nascido e escondido o corpo dentro de um armário em sua casa, no Kentucky, nos Estados Unidos.

A jovem se declarou culpada de homicídio culposo em primeiro grau, profanação de cadáver, adulteração de provas e ocultação de nascimento. As penas somadas podem ultrapassar 10 anos de prisão.

De acordo com a promotoria, que propôs as sentenças, o homicídio culposo teria pena de 10 anos; profanação de cadáver, um ano; adulteração de provas, um ano; e ocultação de nascimento, 12 meses.

Inicialmente, Laken respondia apenas pelas três últimas acusações. A acusação de homicídio culposo foi acrescentada depois por um grande júri.

As investigações apontam que ela deu à luz sozinha, limpou o local, envolveu o bebê em uma toalha e o colocou em um saco de lixo preto, junto com materiais de limpeza, no armário. Em seguida, foi assistir a uma aula na universidade e passou no McDonald's.

A prisão ocorreu no ano passado, após o corpo ser encontrado. Ela foi liberada dias depois mediante fiança de US$ 100 mil (cerca de R$ 520 mil), em prisão domiciliar, sem tornozeleira eletrônica.

À polícia, Laken chegou a afirmar que havia desmaiado sobre o bebê após o parto. Porém, buscas no celular por 'gravidez oculta ou escondida', feitas antes do nascimento, indicaram premeditação, segundo as investigações.

O Gabinete do Médico-Legista do Kentucky informou que o recém-nascido nasceu vivo e morreu por asfixia por meios indeterminados. A identidade do pai não foi confirmada oficialmente; a imprensa citou dois nomes, sem confirmação.

Principais informações

  • Laken Snelling, 22, confessou ter matado o próprio recém-nascido e escondido o corpo em um armário no Kentucky.
  • Ela se declarou culpada de homicídio culposo, profanação de cadáver, adulteração de provas e ocultação de nascimento.
  • O bebê nasceu vivo e morreu por asfixia por meios indeterminados, segundo o médico-legista.
  • Após o parto, Snelling foi a uma aula e a um McDonald's; buscas no celular indicavam premeditação.
  • Ela foi liberada sob fiança de US$ 100 mil e cumpria prisão domiciliar sem tornozeleira eletrônica.

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