Vendas de imóveis usados sobem 5,6% e locações crescem 39,6% em agosto na região de Presidente Prudente

As vendas de imóveis residenciais usados cresceram 5,60% em agosto na região de Presidente Prudente, enquanto os contratos de locação avançaram 39,64%, segundo pesquisa do Creci-SP. O levantamento abrangeu dez municípios: Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Rancharia, Regente Feijó, Álvares Machado, Dracena, Indiana, Martinópolis, Piquerobi e Pirapozinho.
O resultado contrasta com julho, quando as vendas haviam crescido 113,29% e as locações recuado 17,62%. De acordo com o conselho, agosto confirmou a continuidade do movimento positivo nas compras, ainda que em ritmo mais moderado.
As casas representaram 75% das vendas e os apartamentos, 25%. Na distribuição regional, áreas centrais e bairros nobres responderam por 37,5% cada, e as demais regiões, por 25%. Em julho, os negócios haviam se concentrado nos bairros fora do centro.
Nas faixas de preço, imóveis entre R$ 301 mil e R$ 400 mil e unidades acima de R$ 501 mil ficaram com 33,3% das vendas cada. Outros 25% foram de imóveis entre R$ 201 mil e R$ 300 mil, e 8,3%, de unidades de até R$ 200 mil. Não houve negócios entre R$ 401 mil e R$ 500 mil.
Metade das compras foi à vista. O financiamento pela Caixa Econômica Federal e as negociações diretas com o proprietário dividiram os outros 50%, com 25% cada. Não houve operações com outros bancos nem por consórcio.
Entre as casas vendidas, 77,8% tinham três dormitórios e 22,2%, dois. Não houve negócios com imóveis de até um dormitório ou com quatro ou mais. Quanto à área útil, 55,6% das casas tinham de 101 a 200 metros quadrados, 33,3% passavam de 201 metros quadrados e 11,1% ficaram entre 51 e 100 metros quadrados.
Nos apartamentos, unidades de dois, três e quatro ou mais dormitórios tiveram 33,3% cada. A maior parte, 67%, tinha de 101 a 200 metros quadrados, e 33%, de 51 a 100 metros quadrados.
Todas as locações foram de casas, e as demais regiões concentraram 67% dos contratos, contra 17% das áreas centrais e 17% dos bairros nobres. Metade dos aluguéis ficou em até R$ 1.000, e as faixas de R$ 1.501 a R$ 2.000 e de R$ 2.001 a R$ 3.000 somaram 25% cada. Não houve contratos entre R$ 1.001 e R$ 1.500 nem acima de R$ 3.001.
O fiador foi a garantia mais utilizada, em 41,2% dos contratos, seguido pelo seguro-fiança (29,4%), pelo título de capitalização (26,5%) e pelo depósito caução (2,9%). Em julho, o seguro-fiança havia predominado, com 71,8%.
Entre as casas alugadas, metade tinha até um dormitório e metade, três dormitórios. Na área útil, 50% tinham até 50 metros quadrados e 50%, de 101 a 200 metros quadrados.
Principais informações
- Vendas de imóveis residenciais usados cresceram 5,60% em agosto na região de Presidente Prudente
- Contratos de locação avançaram 39,64%, após queda de 17,62% em julho
- Casas foram 75% das vendas e 100% das locações registradas
- Metade das compras foi à vista; Caixa e negociação direta com o proprietário somaram 25% cada
- Fiador foi a garantia mais usada nos aluguéis, presente em 41,2% dos contratos

