Museu Nacional da UFRJ receberá mais R$ 10 milhões para restauração

O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vai receber mais R$ 10 milhões para dar continuidade aos trabalhos de recuperação após o incêndio de 2018. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, durante visita à instituição.
Segundo o ministro, não haverá esforços medidos para garantir que o patrimônio nacional seja totalmente reconstruído. A instituição está em obras desde o incêndio.
Entre 2023 e 2026, o Ministério da Educação já havia investido cerca de R$ 68 milhões no museu.
O incêndio ocorreu em setembro de 2018, ano em que a instituição completava 200 anos de história. O fogo atingiu o Paço de São Cristóvão, espaço que abrigava a maior parte do acervo, e destruiu cerca de 85% dos 20 milhões de itens preservados no local.
Entre as perdas estão documentos, livros, coleções fósseis, mobiliário do primeiro reinado e peças herdadas da família imperial. O fogo também arruinou salas de aula, laboratórios, computadores e a fachada histórica do museu.
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o museu guardava o maior acervo de história de ciência natural da América Latina. A instituição segue atuando como centro de pesquisa científica, com acadêmicos produzindo e divulgando conhecimento, e o trabalho do Núcleo de Resgate de Acervos permitiu recuperar, parcial ou inteiramente, diversas coleções.
Principais informações
- O Museu Nacional da UFRJ vai receber mais R$ 10 milhões para a restauração após o incêndio de 2018
- O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, em visita ao museu
- Entre 2023 e 2026, o MEC investiu cerca de R$ 68 milhões na instituição
- O incêndio de setembro de 2018 destruiu cerca de 85% dos 20 milhões de itens do acervo
- O museu, tombado pelo Iphan, guardava o maior acervo de história de ciência natural da América Latina

