Movimento de advogados de direita aguarda liberação do PL para fiscalizar o 2º turno

Movimento de advogados de direita aguarda liberação do PL para fiscalizar o 2º turno

O Movimento Advogados de Direita Brasil (Movadvdireitabr) aguarda a autorização do Partido Liberal (PL) para atuar na fiscalização do segundo turno das eleições, previsto para 25 de outubro. O grupo reúne mais de nove mil profissionais com posicionamento político de direita.

A proposta do movimento é distribuir seus integrantes pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, acompanhando o pleito e oferecendo apoio jurídico gratuito, sem cobrança de honorários, em nome da democracia.

Na conta oficial da entidade no Instagram, a atualização mais recente sobre o assunto informa que a iniciativa está paralisada. Segundo a publicação, falta a liberação oficial do partido de Flávio Bolsonaro, representante da direita no segundo turno.

O texto divulgado pelo movimento afirma que o site ainda não foi liberado porque o grupo aguarda a autorização formal do partido para iniciar o cadastramento, e que tenta viabilizar essa autorização o quanto antes.

Ainda de acordo com a publicação, todos os advogados passarão por treinamento prévio para o exercício da função durante as eleições.

No segundo turno, os eleitores escolherão o Presidente da República, em disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Também serão decididos os governos de cinco estados: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins. O Distrito Federal também terá disputa para governador.

Principais informações

  • Movimento com mais de nove mil advogados de direita quer fiscalizar o segundo turno de 25 de outubro.
  • A entidade afirma que a iniciativa está paralisada por falta de autorização formal do PL.
  • O grupo pretende atuar nos 26 estados e no Distrito Federal com apoio jurídico gratuito.
  • Segundo a publicação, os advogados passarão por treinamento prévio.
  • O segundo turno definirá a Presidência, entre Lula e Flávio Bolsonaro, além de governos de cinco estados e do DF.

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