Hospital Regional de Presidente Prudente nega superlotação após novas reclamações

Hospital Regional de Presidente Prudente nega superlotação após novas reclamações

O Hospital Regional (HR) de Presidente Prudente (SP) voltou a ser alvo de reclamações de superlotação. Nesta semana, a TV TEM recebeu relatos e vídeos mostrando pacientes em macas nos corredores da unidade, enquanto a direção afirma que a situação já foi resolvida.

As imagens enviadas à TV TEM mostram corredores cheios. O Ministério Público, que havia constatado redução da superlotação, segue acompanhando o caso. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo diz que o problema está superado e que não há mais ocorrências no município.

Segundo a Promotoria, as macas nos corredores seriam usadas para a realização de exames, e o problema estaria relacionado ao fato de pacientes de Presidente Prudente não desejarem ser deslocados para outras unidades, apesar da expansão de leitos na região.

O diretor técnico do HR, Renato Ferrari, afirmou que o hospital realiza, em média, de cinco a seis transferências de pacientes por dia para outras unidades de saúde, conforme a complexidade do caso e o município de origem. Ele admite que a demanda aumenta no início da manhã e no fim da tarde, gerando esperas por consultas e exames, mas nega superlotação.

Ferrari atribui parte da demanda a pacientes com sintomas leves que procuram o HR em vez de unidades de pronto atendimento e UBS. A direção diz ter criado um sistema para reduzir o tempo de permanência e pede conscientização da população. O hospital também enviou imagens mostrando corredores vazios, e o diretor afirma que as esperas são de pacientes aguardando destinação de fluxo, sem ninguém internado nos corredores.

Principais informações

  • TV TEM recebeu vídeos e relatos de pacientes em macas nos corredores do HR de Presidente Prudente.
  • Diretor técnico do HR nega superlotação e diz que esperas são por destinação de fluxo.
  • Secretaria estadual de Saúde afirma que o problema está superado, e MP segue acompanhando.
  • Hospital faz, em média, de cinco a seis transferências diárias para outras unidades.
  • Promotoria atribui macas nos corredores à realização de exames e à recusa de transferência por pacientes.

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