Flávio Bolsonaro indica Daniella Marques para ministério em eventual governo

Na segunda-feira, 24, em São Paulo, o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, sinalizou que Daniella Marques poderá integrar um eventual ministério caso vença a eleição. A manifestação aconteceu no evento TOP 30 – As Melhores Empresas do Brasil 2026, organizado pela revista Veja.
Ao detalhar a equipe que pretende montar, Flávio mencionou a coordenadora do seu núcleo econômico. O candidato disse que prefere nomes técnicos e alinhados com a gestão pública, e que quer contar com pessoas competentes que não usem o cargo para proveito próprio.
Foi a primeira indicação direta da possível participação de Daniella em um ministério. Ela presidiu a Caixa Econômica Federal no governo de Jair Bolsonaro e trabalhou com o ex-ministro Paulo Guedes. Atualmente, coordena o núcleo econômico da campanha, além de contribuir com propostas e com a organização de especialistas.
Flávio também anunciou um 'tesouraço' nos gastos públicos. Criticou a política fiscal da gestão Lula, afirmando que a prioridade atual é aumentar a arrecadação, não reduzir despesas. A proposta, segundo ele, inclui corte de impostos, combate à corrupção e enxugamento da máquina estatal.
O senador ainda disse que pretende criar um 'data center soberano' com inteligência artificial para acompanhar a aplicação do dinheiro público e coibir desperdícios. Ele também atribuiu o desequilíbrio fiscal aos juros altos e afirmou que o Estado gasta R$ 4 bilhões por dia com juros da dívida, valor que poderia ser destinado à construção de creches.
Principais informações
- Flávio Bolsonaro (PL) indicou Daniella Marques para possível ministério durante evento da Veja em São Paulo.
- Daniella coordena o núcleo econômico da campanha e foi presidente da Caixa Econômica Federal.
- Candidato prometeu 'tesouraço' nos gastos públicos e criticou política fiscal de Lula.
- Flávio quer criar um data center soberano com IA para rastrear o uso do dinheiro público.
- Senador disse que Estado paga R$ 4 bilhões por dia em juros da dívida.

