CNN, Financial Times e Axios aderem a programa do Google de licenciamento para IA

CNN, Financial Times e Axios passaram a integrar o programa de licenciamento de conteúdos do Google voltado ao desenvolvimento de inteligência artificial. O anúncio da parceria foi feito nesta quinta-feira (15).
Pelo modelo, organizações de mídia licenciam material jornalístico para o aperfeiçoamento de recursos experimentais de IA e recebem remuneração pela disponibilização e pelo uso dos conteúdos. Os valores dos acordos não foram divulgados.
A iniciativa começou no ano passado como projeto piloto, com parceiros como The Washington Examiner e The Washington Post, e já reúne mais de 400 publicações em todo o mundo, segundo nota divulgada pelo Google.
Nos acordos, as publicações concedem ao Google direitos ampliados de uso de seus conteúdos. O objetivo é criar ferramentas de IA generativa, como resumos detalhados de artigos nas páginas de notícias e resumos em áudio personalizáveis. O Google afirmou que as funcionalidades incluirão atribuição clara das informações e links diretos que levam o usuário às fontes originais das matérias.
A CNN informou que a adesão busca ampliar o engajamento do público com o jornalismo que produz e abre novos caminhos de acesso ao conteúdo por meio da remuneração pela propriedade intelectual. A empresa afirmou que a inovação em IA generativa mudou a forma como as pessoas descobrem informações e que as ferramentas ajudam a explorar novas maneiras de alcançar os usuários.
O vice-presidente sênior de Parcerias Estratégicas e Desenvolvimento de Negócios da CNN, Sam Felix, declarou que a parceria possibilita o uso de propriedade intelectual exclusiva em produtos baseados em IA enquanto o veículo é remunerado por essa disponibilização.
Principais informações
- CNN, Financial Times e Axios entraram no programa de licenciamento de conteúdos do Google para IA.
- O anúncio da parceria foi feito nesta quinta-feira (15).
- As publicações são remuneradas pelo uso dos conteúdos, mas os valores não foram revelados.
- O projeto começou no ano passado como piloto e já tem mais de 400 publicações integradas.
- Os acordos preveem direitos ampliados de uso para criar ferramentas como resumos de artigos e resumos em áudio com atribuição e links para as fontes.

