Flávio Bolsonaro escolhe Claudio Lottenberg para o Ministério da Saúde

Flávio Bolsonaro escolhe Claudio Lottenberg para o Ministério da Saúde

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, anunciou na sexta-feira, 28, durante sabatina na TV Globo, que o médico Claudio Lottenberg será o ministro da Saúde em caso de vitória. O nome foi confirmado na entrevista conduzida pelos jornalistas Cesar Tralli e Renata Vasconcellos.

Lottenberg é presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib) e tem ligação histórica com o Hospital Albert Einstein, instituição que presidiu entre 2001 e 2016. Na avaliação do candidato, a escolha se justifica pela capacidade de o médico levar ao SUS práticas bem-sucedidas da iniciativa privada.

Durante a sabatina, Flávio afirmou que a saúde pública será prioridade e citou problemas como falta de médicos e medicamentos nas unidades de atendimento. A modernização do SUS foi apresentada como uma das principais promessas.

Formado em medicina pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, Lottenberg também tem mestrado e doutorado em oftalmologia. Ele integra o corpo clínico do Einstein desde 1987 e, desde 2017, preside o conselho da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira.

No setor público, o médico foi secretário municipal da Saúde de São Paulo em 2005, na gestão do então prefeito José Serra, mas permaneceu no cargo por cerca de cinco meses. Depois, presidiu o UnitedHealth Group Brasil, grupo ligado à operadora Amil.

Lottenberg preside a Conib desde novembro de 2020, entidade que também comandou entre 2006 e 2012. Em seu perfil, o médico afirma se guiar por princípios baseados na família e em valores judaicos.

Principais informações

  • Flávio Bolsonaro anunciou Claudio Lottenberg para o Ministério da Saúde em sabatina na TV Globo na sexta-feira, 28.
  • Lottenberg é médico, presidente da Conib e ex-presidente do Hospital Albert Einstein.
  • Candidato prometeu modernizar o SUS com práticas da iniciativa privada.
  • Lottenberg foi secretário municipal de Saúde de São Paulo por cerca de cinco meses em 2005.

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