Unicamp desenvolve técnicas sustentáveis para extrair isoflavonas de resíduos de soja e cacau

Pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) desenvolveram tecnologias para extrair isoflavonas do farelo de soja e aumentar sua biodisponibilidade, além de valorizar cascas de amêndoas de cacau, subproduto que normalmente é descartado, mas possui alto potencial de aproveitamento. O trabalho, que pode beneficiar as indústrias de alimentos, cosméticos e suplementos, foi apresentado no programa A Força do Agro na quarta-feira, dia 19.
O processo de extração é sustentável e não utiliza solventes tóxicos, algo que diferencia a tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores.
Com o estudo, as cascas de amêndoas de cacau, antes tratadas como resíduo, ganham valor e podem ser incorporadas a diferentes aplicações industriais.
A iniciativa está alinhada à crescente demanda do agronegócio por inovação e práticas que aumentem a produtividade e minimizem impactos ambientais.
Principais informações
- Pesquisadores da Unicamp desenvolvem técnica para extrair isoflavonas do farelo de soja.
- Método aumenta a biodisponibilidade dos compostos e não usa solventes tóxicos.
- Cascas de amêndoas de cacau, normalmente descartadas, podem ser aproveitadas.
- Tecnologia pode beneficiar indústrias de alimentos, cosméticos e suplementos.
- Estudo foi apresentado no programa A Força do Agro.

