Claudião Damacena vence eleição suplementar em Narandiba com 56,90% dos votos válidos

Claudião Damacena, do União Brasil, foi eleito prefeito de Narandiba na eleição suplementar realizada no domingo. Ele recebeu 56,90% dos votos válidos e terá como vice Elder Papada. A chapa comandará o Executivo municipal até o fim de 2028.
A chapa Para Narandiba voltar a sorrir (44), formada por Claudião e Elder, ambos do União Brasil, alcançou 2.135 votos. O adversário Pedrinho, até então no comando do Executivo, e seu vice Luiz Carlos Construtor, ambos do PRD pela coligação Construindo um novo tempo (25), obtiveram 1.617 votos, equivalentes a 43,10% dos válidos.
Cerca de 4,5 mil eleitores estavam aptos a votar em Narandiba, em três locais e 13 seções organizadas pela 261ª Zona Eleitoral de Pirapozinho. O pleito foi realizado simultaneamente ao segundo turno da eleição presidencial, e o eleitor precisou registrar primeiro o voto para presidente e, em seguida, para a prefeitura. Puderam votar os cidadãos com cadastro regular e domicílio eleitoral na cidade até 6 de maio. O resultado foi anunciado após a totalização das urnas.
A realização da nova eleição decorreu de decisão da Justiça Eleitoral que cassou os mandatos dos gestores eleitos em 2024. A cassação atingiu o prefeito Danillo Carvalho dos Santos, do Republicanos, e a vice Joana Rita Ribas Branco, do MDB, falecida em 2025, por captação ilícita de sufrágio.
Em declaração após o resultado, Claudião afirmou que o momento é de satisfação e agradeceu o apoio da população. Ele também disse que o grupo permanece unido para trabalhar em benefício da cidade.
Principais informações
- Claudião Damacena (União Brasil) venceu a eleição suplementar de Narandiba com 56,90% dos votos válidos.
- A chapa de Claudião e Elder Papada obteve 2.135 votos; Pedrinho e Luiz Carlos Construtor (PRD) tiveram 1.617 (43,10%).
- Cerca de 4,5 mil eleitores estavam aptos a votar em 13 seções da 261ª Zona Eleitoral de Pirapozinho.
- O pleito ocorreu junto ao segundo turno presidencial e foi convocado após a cassação dos mandatos de Danillo Carvalho dos Santos e Joana Rita Ribas Branco por captação ilícita de sufrágio.

