Musk e Trump Jr. ligam desmonte da Usaid ao avanço da direita na América Latina

Elon Musk e Donald Trump Jr. relacionaram o fim da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) ao avanço eleitoral da direita na América Latina. As publicações foram feitas no X depois do primeiro turno das eleições brasileiras.
Trump Jr. afirmou que, desde que a agência foi enfraquecida pelo governo de Donald Trump, "a esquerda não ganhou uma única eleição presidencial na América Latina". Ele compartilhou um levantamento com resultados eleitorais da região desde 2025 e atribuiu a sequência ao encerramento dos programas da Usaid. No gráfico, o Brasil aparece como disputa ainda pendente.
O filho do presidente norte-americano acusou a agência de financiar ONGs, programas de promoção da democracia e redes de ativistas alinhadas à esquerda. "Chamavam isso de ajuda, mas era interferência eleitoral", escreveu. Ele também agradeceu a Musk por, segundo ele, ter exposto a atuação da agência.
Horas antes, Musk havia compartilhado uma publicação do ex-funcionário do Departamento de Estado Mike Benz sobre recursos enviados ao Brasil depois da eleição de Jair Bolsonaro, em 2018. O empresário afirmou que a Usaid teria participado de "interferência eleitoral e mudança de regime ao redor do mundo".
A Usaid deixou de implementar diretamente programas de assistência internacional em 1º de julho de 2025, após uma reestruturação promovida pelo governo Trump. Parte das funções foi encerrada e os programas mantidos passaram para o Departamento de Estado.
Principais informações
- Musk e Trump Jr. ligaram o fim da Usaid ao avanço da direita na América Latina em posts no X.
- Trump Jr. afirmou que a esquerda não ganhou nenhuma eleição presidencial na região desde o enfraquecimento da agência.
- Ele compartilhou um levantamento com resultados eleitorais desde 2025, no qual o Brasil aparece como disputa pendente.
- Trump Jr. acusou a Usaid de financiar ONGs e redes de ativistas de esquerda, e agradeceu a Musk.
- A Usaid deixou de implementar diretamente programas de assistência internacional em 1º de julho de 2025, após reestruturação do governo Trump.

