Azambuja lidera disputa pelo Senado em Mato Grosso do Sul, aponta Genial/Quaest

Azambuja lidera disputa pelo Senado em Mato Grosso do Sul, aponta Genial/Quaest

Pesquisa Genial/Quaest divulgada na terça-feira, 25, aponta o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) na liderança da disputa pelas duas vagas de Mato Grosso do Sul no Senado Federal. Na sondagem, que considera as duas indicações de cada eleitor, Azambuja soma 22% das intenções de voto.

Atrás dele estão Capitão Contar (PL), com 15%, e a senadora Soraya Thronicke (PSB), com 11%. O deputado federal Vander Loubet (PT) tem 9%; Roberto Oshiro (Novo) e Beto do Movimento (Psol) aparecem com 3% cada; Daniel Junior (Agir) com 2%; e Valter da Comagran (PRD) e Luiz Lemes (DC) com 1% cada.

Neste ano, os eleitores poderão votar em dois candidatos ao Senado, pois estão em disputa 54 das 81 cadeiras da Casa, o equivalente a dois terços da composição total. Os números da pesquisa foram calculados com base no total de indicações feitas pelos entrevistados.

Quando considerada apenas a primeira escolha, Azambuja amplia a vantagem: chega a 31%, contra 17% de Capitão Contar, diferença de 14 pontos porcentuais. Soraya Thronicke aparece com 10% e Vander Loubet com 9%.

No cenário da segunda indicação, Azambuja e Capitão Contar estão numericamente empatados, com 13% cada um, seguidos por Soraya, com 12%. Como a margem de erro é de 3 pontos porcentuais, os três estão tecnicamente empatados. Vander Loubet tem 8% e Roberto Oshiro, 5%.

A sondagem também questionou os eleitores sobre a firmeza da escolha. Para 45% dos entrevistados, a decisão está definida; 55% afirmaram que ainda podem mudar o voto até 4 de outubro.

Principais informações

  • Reinaldo Azambuja (PL) lidera com 22% das intenções de voto para o Senado em Mato Grosso do Sul.
  • Capitão Contar (PL) tem 15% e Soraya Thronicke (PSB), 11%.
  • Na primeira escolha, Azambuja soma 31%; na segunda, há empate técnico entre Azambuja, Contar e Soraya.
  • Eleitores poderão votar em dois candidatos; 54 das 81 cadeiras do Senado estão em disputa.
  • 55% dos entrevistados dizem que ainda podem mudar o voto até 4 de outubro.

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