Professora comemora um ano da morte de Charlie Kirk nas redes; universidade analisa o caso

Professora comemora um ano da morte de Charlie Kirk nas redes; universidade analisa o caso

A professora da Universidade Carnegie Mellon Uju Anya comemorou nas redes sociais o aniversário de um ano da morte do ativista conservador Charlie Kirk. As publicações foram feitas em 10 de setembro, mesma data em que se completou um ano do assassinato.

Em uma das mensagens, a docente escreveu: "Morra primeiro, homem branco, e depois pergunte a si mesmo por que estou dançando". Anya também fez outras manifestações sobre a morte do ativista e, depois, apagou as publicações.

Em comunicado, a Carnegie Mellon, sediada no estado norte-americano da Pensilvânia, afirmou estar "profundamente preocupada" com as recentes publicações "hostis e ameaçadoras" feitas por Anya e informou que analisa o caso. A universidade não anunciou a demissão da docente.

Segundo a instituição, Anya está em licença profissional voluntária e não ministra aulas no campus durante o atual ano acadêmico. A universidade não informou se o afastamento tem relação com as publicações. A professora continua vinculada à Carnegie Mellon, onde atua como professora associada de aquisição de segunda língua e dirige o Programa de Certificado de Administração de Programas de Línguas.

A universidade declarou ainda que as opiniões expressas por Anya nas redes sociais não representam os valores da instituição, mas ressaltou que a docente tem direito à liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

O caso provocou reações no país. O senador republicano Mike Lee, de Utah, questionou o volume de recursos federais destinados à universidade e defendeu que instituições que não demitam professores por declarações violentas percam o financiamento federal.

Charlie Kirk foi assassinado a tiros em 10 de setembro de 2025, durante um evento na Universidade de Utah, nos Estados Unidos. Ele tinha 31 anos e era fundador da Turning Point USA.

Principais informações

  • Uju Anya, professora da Universidade Carnegie Mellon, comemorou nas redes sociais um ano da morte de Charlie Kirk.
  • Em uma das publicações, ela escreveu: "Morra primeiro, homem branco, e depois pergunte a si mesmo por que estou dançando"; as mensagens foram apagadas depois.
  • A universidade afirmou estar profundamente preocupada com publicações "hostis e ameaçadoras", disse que analisa o caso e não anunciou demissão.
  • Anya está em licença profissional voluntária, não ministra aulas no campus e continua vinculada à instituição.
  • O senador republicano Mike Lee defendeu cortar financiamento federal de universidades que não demitam professores por declarações violentas.

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