Trump diz na ONU que EUA estão ‘mais fortes’ e ameaça ‘aniquilar’ o Irã

Trump diz na ONU que EUA estão 'mais fortes' e ameaça 'aniquilar' o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou nesta terça-feira, 22, na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas, logo depois do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Trump não mencionou o Brasil nem respondeu às críticas de Lula às tarifas comerciais impostas pela Casa Branca e a supostas interferências estrangeiras em assuntos internos.

Em sua fala, o republicano afirmou que o país está mais forte do que nunca e citou a economia, a força militar e a liderança norte-americana em tecnologia como exemplos de progresso. Segundo ele, dois anos antes os Estados Unidos estavam 'mortos' e agora seriam o país 'mais quente do mundo'.

O discurso ocorre em um momento de queda na avaliação do governo norte-americano. Levantamento do Ipsos divulgado às vésperas da fala na ONU apontou 32% de aprovação a Trump, o menor índice de seu atual mandato.

O foco principal do pronunciamento foi o conflito com o regime iraniano no Oriente Médio, que se arrasta há sete meses. Trump voltou a acusar Teerã de tentar desenvolver uma arma nuclear, de patrocinar o terrorismo internacional e de representar uma ameaça global.

O presidente americano afirmou que um acordo será fechado com o Irã para que o país possa se reconstruir, ou que será necessário 'aniquilar' a República Islâmica de forma rápida. Ele disse que tentará fazer um acordo logo depois das eleições legislativas nos Estados Unidos.

Trump encerrou o trecho afirmando que agiu enquanto outros apenas falavam e que fez paz enquanto outros falavam de paz.

Principais informações

  • Trump discursou na ONU logo após Lula e não mencionou o Brasil nem respondeu às críticas brasileiras.
  • O americano disse que os Estados Unidos estão 'mais fortes do que nunca', citando economia, força militar e tecnologia.
  • Trump ameaçou 'aniquilar' o Irã caso não seja fechado um acordo e disse que tentará negociar após as eleições legislativas dos EUA.
  • O presidente americano acusou Teerã de buscar arma nuclear, patrocinar o terrorismo internacional e ameaçar o mundo.
  • Pesquisa Ipsos divulgada às vésperas do discurso apontou 32% de aprovação a Trump, o menor índice do mandato.

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