Polícia Civil apura movimentações suspeitas em cinco contas da Prefeitura de Caiabu com prejuízo estimado de R$ 2,9 milh

Polícia Civil apura movimentações suspeitas em cinco contas da Prefeitura de Caiabu com prejuízo estimado de R$ 2,9 milh

A Polícia Civil investiga movimentações financeiras atípicas e não autorizadas em cinco contas bancárias da Prefeitura de Caiabu (SP), registradas na última sexta-feira (16). A estimativa de prejuízo é de R$ 2.910.000.

A prefeita Suelen Nara Matos Mative (Republicanos) declarou que as movimentações indevidas somam valor aproximado de R$ 3 milhões. Segundo ela, todas as informações e a documentação disponíveis sobre o caso já foram entregues à Polícia Civil, que apura as responsabilidades.

A gestora afirmou que o município procura as instituições financeiras e os órgãos competentes para obter esclarecimentos sobre as transações e verificar a possibilidade de recuperar os valores. De acordo com a prefeita, o prejuízo efetivo ainda depende da conclusão das apurações.

Suelen Mative classificou a situação como grave, por envolver recursos públicos, e disse que a administração tem conduzido o caso com transparência, responsabilidade e seriedade, com o objetivo de proteger o patrimônio municipal e colaborar com a investigação, mantendo a população informada dentro dos limites do procedimento policial.

A Polícia Civil informou nesta terça-feira (20) que o computador utilizado para acessar as contas bancárias foi apreendido e encaminhado ao Instituto de Criminalística (IC) de Presidente Prudente (SP), onde será submetido a perícia.

Ainda segundo a corporação, por se tratar de um fato recente, não há outras informações oficiais que possam ser divulgadas neste momento sem causar prejuízo às investigações.

Principais informações

  • Cinco contas da Prefeitura de Caiabu (SP) tiveram movimentações atípicas e não autorizadas na última sexta-feira (16)
  • O prejuízo estimado é de R$ 2.910.000, segundo a Polícia Civil
  • A prefeita Suelen Nara Matos Mative (Republicanos) afirma que os valores indevidos chegam a cerca de R$ 3 milhões
  • O computador usado no acesso às contas foi apreendido e levado ao Instituto de Criminalística de Presidente Prudente (SP)
  • A prefeitura diz ter entregado à polícia todas as informações e documentos disponíveis sobre o caso

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